A troca (The Changeling)

“Christine (Angelina Jolie) é uma mãe solteira que trabalha na companhia telefônica local para criar seu filho Walter Collins (Gattin Griffith), que acaba sequestrado. Depois de um certo descaso da polícia, o menino é encontrado e entregue à mãe com toda pompa e circunstância, com direito a muitos flashs da imprensa e matérias enormes em jornais promovendo a competência da polícia local.

Porém, Christine alega que esse não é seu filho. Aponta diversas diferenças entre o menino e o verdadeiro Walter, como a diferença de altura. O capitão que resolveu o caso, J.J. Jones (Jeffrey Donovan), no entanto, insiste que Christine está errada. O menino também garante ser ele mesmo o filho perdido.

Nesse momento, o roteiro assinado por J. Michael Straczynski, que foi baseado num caso real, abre o seu foco e mostra outro crime que chocou os EUA na época, e que, aos poucos, se mostra possivelmente relacionado com o caso de Christine. (…)

Nessa luta, aliás, foi fundamental a ajuda do reverendo Gustav Briegleb (John Malkovich) cuja missão acredita ser desmascarar as sujeiras que o departamento de polícia da cidade varre pra debaixo do tapete. Ele é um dos poucos a acreditar em Christine e apoiá-la na busca pelo verdadeiro Walter.”

OGlobo.com

“A Troca, novo filme de Clint Eastwood, estrelado por Angelina Jolie. O filme baseia-se numa história real ocorrida em Los Angeles, em 1928. Christine Collins, uma trabalhadora cujo filho é sequestrado, luta pelo sagrado direito de uma mãe de reaver sua cria. Ela enfrenta a polícia corrupta, os políticos e o sistema manicomial. Com apoio de um líder comunitário que tem um programa de rádio, ela parte para a pressão. O sistema responde de forma autoritária. Simplesmente arranja um menino qualquer para entregar a Christine numa cerimônia que vira show para a mídia. Quando ela protesta, é enviada para o manicômio judiciário, com direito a choques elétricos. (…)

Em Cannes, Clint disse que a história de uma mãe que enfrenta o mundo por seu filho é daquelas que merecem ser contadas.”

Estadao.com.br

“Em entrevista coletiva concedida em Londres para apresentar o filme, dirigido por Clint Eastwood, Angelina explicou que a mãe, Marcheline, era tão doce que era chamada de Marshmallow, mas também podia ser muito forte se precisasse proteger os filhos.

‘Era muito doce e nunca se irritava, não levantava a voz por nada, mas, quando se tratava de seus filhos, era realmente feroz, portanto esta é verdadeiramente sua história”, declarou a atriz.’”

Folha.uol.com

O que mais eu posso dizer?

Mães de verdade conhecem os seus filhos até pelo cheiro! Amam, alimentam, brigam, põe de castigo. Mas, acima de tudo são capazes de ter um comportamento extremamente feroz diante de qualquer situação que ponha “sua cria” em risco.

Eu brigo demaaais com a minha mãe, mas eu sempre soube que ela faria qualquer coisa por mim. Ter me criado solteira deve ter sido difícil pra ela, eu só posso imaginar tudo o que ela deixou de fazer e as dificuldades que passou. Só me lembro das coisas que não podia ter… Mesmo assim, tudo o que eu aprendi hoje foi ela que me ensinou, como mãe, professora, médica nas horas vagas e tudo o mais que vem junto.

Ainda fico com vontade de chorar quando lembro dessas coisas…

6 thoughts on “A troca (The Changeling)

  1. Como disse o poeta Mãe só tem uma… e como disse outro… não importa o quão loucas, insanas e hiperprotetoras elas sejam… quando vc sair de casa o primeiro nome que vc vai gritar quando sentir dor ou passar dificuldade será o delas….

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  2. Nossa eu brigo com a minha mãe, discuto, xingo e tudo mais.
    Mas noossa ela é meu chão, minha base. A única que eu sei que posso contar sempre. Apesar de eu ter sido criada com meus pais, afinidade mesmo é só com a véia (chamo ela assim, pra encher o saco mesmo :x).

    tô com saudade de vc amr :T

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    • Também to com saudade amr *–*
      Logo que voltar pra casa a gente se fala direito!

      Mas mãe é sempre igual, brigamos e amamos!

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