Resenha: Bliss (Kathryn Littlewood)

Título: Bliss (Confeitaria Bliss #1)
Autora: Kathryn Littlewood
Editora: Salamandra
Publicação: 2012

Sinopse:
Todo mundo na pequena cidade de Calamity Falls adora a confeitaria Bliss. E por uma boa razão: as receitas da família Bliss são mágicas. Elas vêm de um livro da família – o Tomo de Culinária Bliss – que vem passando de geração em geração desde a Idade das Trevas. As receitas mágicas do livro são tão poderosas que os produtos da confeitaria Bliss são responsáveis pela felicidade que reina na cidade. Isto é, até o dia em papai e mamãe Bliss são chamados para resolver um problema em outra cidade, e as quatro crianças da família ficam sozinhas com a confeitaria por uma semana. Uma semana apenas, mas que acaba virando a vida da cidade de cabeça para baixo. Uma misteriosa e sedutora tia Lily aparece, e as crianças até ficam felizes em receber uma ajudinha. Mas parece que essa charmosa tia não veio bem interessada em ajudar…

A cidade de Calamity Falls foi agraciada com a presença mágica da confeitaria da família Bliss, um lugar mágico onde ingredientes comuns são misturados a raios, bocejos de fuinha, cantos de rouxinol e muito mais. O casal Bliss, Purdy e Albert, tem quatro filhos, todos com nome de tempero: Thyme (Tomilho) ou Ty, Rosemary (alecrim), Sage (sálvia) e Parsley (salsinha) ou Leigh.

Rose é a nossa personagem principal nessa história infanto-juvenil super leve e divertida. Uma menina de 12 anos, que não gosta de sua aparência, não sabe o que dizer para o garoto que gosta e está cansada de ter ser a pessoa que sempre vai comprar os ingredientes normais das receitas. Enfim, uma adolescente normal como qualquer outra. Já Ty é o garoto bonito e popular que todo mundo ama, Sage é o irmão mais novo que o imita em tudo e Leigh é a menininha mais fofa e bagunceira de todas.

O segredo das receitas mágicas está guardado no Tomo de Culinária Bliss, um livro velho cheio de receitas mirabolantes que podem salvar ou destruir o mundo. Somente os filhos sabem o poder que a mãe tem em suas mãos e não deixam que esse segredo seja revelado a ninguém. No entanto, somente Rose dá valor à herança da família e a Confeitaria, que segundo ela é um serviço de utilidade pública. Apesar de todos os protestos ela só queria que sua mãe também a deixasse fazer magia.

Um dia simplesmente aparece a prefeita da cidade vizinha, correndo atrás de um boato sobre as maravilhas culinárias da família Bliss que curam qualquer coisa. Purdy e Albert negam que seja mágica, mas ela não quer aceitar uma resposta negativa. Por fim eles acabam aceitando e deixam a Confeitaria aos cuidados de Chip, um parrudão saído dos fuzileiros navais que é ajudante de cozinha desde antes de Rose conseguir se lembrar. E pede aos filhos para tomarem conta da chave da sala onde fica guardado o fabuloso Tomo de Culinária. Rose leva a tarefa muito a sério, mas Ty só vê como uma oportunidade de passar mais tempo dormindo.

De repente aparece, vinda não se sabe de onde, a “Tia” Lilly, em sua motocicleta magnífica, seu cabelo estiloso e atitude incrível, conseguindo deixar todos caidinhos por ela. Menos Rose, que desconfiada dessa maravilhosidade toda. A partir dessa parte eu queria dar três tapas na cara da menina cada capítulo, pois se ela está com pé atrás é porque obviamente tem alguma coisa errada, todo mundo sabe disso. Mas nããão, ela tem que ficar chateada por ter sido babá da irmã menor várias vezes, fazer compras e tudo mais sem ter o reconhecimento que pensa merecer, então resolve fazer qualquer coisa pra agradar a suposta tia. Rose e os irmãos viram a cidade de cabeça pra baixo com muffins do amor, cookies da verdade e o cacete, enquanto a menina tenta mostrar pra todo mundo que pode ser menos responsável e se divertir um pouco. A gente já sabe que mexer com magia sempre dá besteira e que é preciso fazer mais magia pra tentar consertar as coisas. O resultado disso só poderia ser catastrófico.

É um enredo clichê que funciona, na minha opinião, se não fosse a chatice da Rose tentando provar que é boa o suficiente pra ter a aprovação de todo mundo seria melhor. Mas com o decorrer do livro a relação dela com os irmão vai melhorando bastante, até mesmo com o irmão mais velho. A história é divertida e bem humorada, a leitura é bastante rápida também pois o livro não é muito grande. Rola aquela lição de moral e uma brecha para o próximo livro e tudo mais no final.

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